“A Minha Vida de Courgette” e “É Preciso que eu Diminua” vencem a Monstra 2017

“A Minha Vida de Courgette” de Claude Barras recebeu o Grande Prémio MONSTRA. O júri premiou este filme “pela sua sensibilidade e sua capacidade de expressar o espírito das crianças, através de um trabalho de uma animação subtil, encontramos um filme bonito e poético.” Este filme recebeu também o Prémio do Público na mesma categoria.

Já na competição portuguesa, o videoclip do músico Samnuel Úria, realizado por Pedro Serrazina, “É Preciso que Eu Diminua”, recebeu o Prémio de Melhor Filme Português – Prémio SPA | Vasco Granja. O júri entendeu atribuir este prémio “pela qualidade da relação entre a animação e o som, pela qualidade do movimento da câmara e pelo desenho, relação de contraste e metáforas visuais”.

Na competição de curtas-metragens, o filme francês “Periferia”, de David Coquart-Dassault, recebeu o Grande Prémio MONSTRA CURTA.

Na secção Curtíssimas, dedicada a filmes com menos de dois minutos, os vencedores foram “A Lenda de Stingy Jack”, de Andreia Reisinho Costa para Melhor Curtíssima Portuguesa e “Circuito de Bicicleta”, de Jasmijn Cedee (Bélgica) para Melhor Curtíssima Internacional.

Na Competição de Estudantes, o filme japonês “Olha Apenas para Mim”, de Tomoki Misato, foi considerada a Melhor Curta de Estudantes e “Lugar em Parte Nenhuma”, com realização de Bárbara de Oliveira e João Rodrigues, recebeu o Prémio de Melhor Curta de Estudantes Portuguesa.

O Grande Prémio Monstrinha foi para o filme russo “Amoras”, de Polina Minchenok, que, segundo o júri, “oferece uma narrativa enternecedora, complementada pela riqueza do detalhe, a emoção de mãos dadas com a animação, resultou num trabalho que fica com espectador e o acaricia. A linguagem é universal e fala com adultos e graúdos.”

Nas longas-metragens, o norueguês “Ludovigo e Luca – A Grande Corrida do Queijo” foi galardoado com o Melhor Filme para a Infância e Juventude, o filme “Window Horses – A Epifania Poética Persa de Rosie Ming” de Ann Marie Fleming recebeu uma Menção Honrosa e “Louise à Beira-Mar”, de Jean-François Laguionie, o Prémio Especial do Júri.

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